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UE e a paz

 Desenvolvimento e Paz.

Robert Schumann declarou em 1952:

"O contributo que uma Europa viva e organizada pode dar à civilização é indispensável para a manutenção de relações pacificas."

A UE, tem suportado o fardo pesado da sua história e a ascensão do poder da força com elevação e nobreza.

Apesar dos obstáculos externos e as divisões internas, tem conseguido modelar uma política de coexistência pacífica e de promoção das condições de vida interna e externa com forte componente humanista.

A ambição grandiosa do projecto europeu tem despertado a cobiça dos principais actores globais - não em concorrência pacífica mas em competição destrutiva.

Para dar sequência ao seu ambicioso projecto é urgente reforçá-lo em várias vertentes.

O alargamento da União e a constituição voluntária de uma União de Cooperação Reforçada, com modo de decisão por maioria simples ou qualificada e o reforço das alianças com aliados tradicionais são da máxima urgência.

A segurança e defesa são um pilar indispensável dos esforços da UE para promover a paz na Europa.

A UE coopera estreitamente com a ONU em operações de paz e gestão de crises, enquanto a NATO continua a ser essencial para a segurança e estabilidade euro-atlântica.
A UE mantém vários tipos de acordos com países terceiros, incluindo parcerias bilaterais de segurança e defesa.
Até à data, a UE assinou oito parcerias de segurança e defesa:
Destacamos os acordos celebrados com as seguintes Nações:
UE, EUA, Japão, Austrália, Reino Unido, Nova Zelândia, Canadá, Israel, Turquia, Coreia do Sul, Índia, América Latina e Ásia sem China.
É urgente estreitar esta cooperação nomeadamente em: Defesa, Segurança e Economia.
Vamos desenvolver esta cooperação estreita na publicação seguinte: "A União e a Paz-I".



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